Web Summit: Cinco fatores para ter sucesso em Lisboa

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Preparação da Web Summit exige esforço de semanas por uma equipa especializada. Fotografia: D.R.

Preparação é um fator crucial para os participantes retirarem a melhor experiência de uma das maiores cimeiras tecnológicas do mundo

Estamos a menos de 20 dias do arranque, em Lisboa, da Web Summit, uma das maiores cimeiras mundiais de tecnologia. Está na altura de afinar os últimos detalhes para estar presente neste evento e, por isso, a responsável de operações da Ripe Productions, Inês Santos Silva, publicou nos últimos dias um texto na plataforma Medium com os cinco fatores que uma startup deve ter em conta na preparação para a Web Summit. A também fundadora do programa Startup Pirates decidiu escrever este texto com base nas presenças anteriores na cimeira em Dublin, na República da Irlanda.

Conheça os cinco fatores a ter em conta na preparação para a Web Summit:

1. Ter um objetivo claro. “Não vás à Web Summit sem ter um objetivo claro.” Inês Santos Silva destaca que a experiência “é muito mais enriquecedora” se estiver dirigida para resultados concretos, como falar com o investidor x ou o orador y ou falar com potenciais clientes. “Independentemente disso, fica claro que tens pelo menos um objetivo”.

2. Preparar tudo. Para ter sucesso na Web Summit ou em qualquer outro evento “a preparação é tudo. Não estou a falar de saber bem todo o pitch, a startup ter swag e montes de cartões de contacto”. O que está em causa é “gastar os dias à procura dos contactos mais importantes na indústria, enviar-lhes um email e agendar quantos encontros específicos quanto possível”. Este é o capítulo mais importante e recomenda-se, por isso, a instalação da aplicação da Web Summit, disponível nas plataformas iOS (Apple) e Play (Google). A presença na Web Summit deve ser preparada, por isso, em três momentos: duas ou três semanas antes (agora); nos dias do evento e após o evento. Na véspera, as startups devem dizer que vão estar presentes aos clientes, parceiros e investidores e demonstrar que têm bom conhecimento do programa e das sessões em que vão estar presentes. Durante o evento, os participantes “devem estar focados no que vai acontecer”. Isso implica “prepararem-se para longas caminhadas, fazer muitas apresentações e retirar o máximo dos encontros”. Ainda devem estar reservados para encontros espontâneos. Depois da Web Summit, é preciso fazer o seguimento dos encontros e manter contactos com os clientes que mostraram interesse no produto.

3. Atenção ao que se passa nos eventos paralelos. A Web Summit não se resume a uma cimeira tecnológica. Há os mais variados eventos paralelos, desde pequenos-almoços a encontros, passando por jantares, festas e mesmo after parties. É aqui que vão acontecer “as conversas mais interessantes; não vão mudar o negócio mas vão mudar aquilo que as pessoas são”, destaca Inês Santos Silva. Leia aqui: Prodsmart vai à Web Summit com apoio da Microsoft

4. Não vale a pena distribuir tantos cartões de contacto. Dar tantos cartões de contacto quanto possível não é sinónimo de sucesso, destaca a fundadora do Startup Pirates. “É muito melhor desenvolver grandes contactos do que dar cartões por dar. Qualidade acima de quantidade. Sempre!”

5. Usar as redes sociais para presença forte. Partilhar frases, visões, vídeos e ideias com os seguidores nas redes sociais é crucial para o sucesso na Web Summit. “Com tanto conteúdo de qualidade disponível, seria uma pena não tentar fazer isso”, conclui Inês Santos Silva. A Ripe Productions vai estar presente quinta-feira, 20 de outubro, na conferência sobre Transformação Digital no âmbito do Prémio Inovação NOS. A intervenção do fundador desta startup, Gonçalo Cruz, está agendada para as 16h35 e será feita em Braga, no Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia

fonte:dinheirovivo.pt

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