“Esconderijo do Minotauro”, o último lar de Picasso, é uma das casas mais caras do mundo

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    A casa onde o pintor espanhol Pablo Picasso passou os últimos 12 anos de vida transformou-se num dos imóveis mais caros do mundo. Esta elegante casa-estúdio, situada na localidade francesa de Mougins, foi comprada no final de 2016 pelo investidor do Brunei Rayo Withanage por um montante que não surpreendeu, depois de ter sido colocada no mercado por 167 milhões de euros.

    Depois de ter estado abandonada durante anos, um comerciante de arte belga comprou a propriedade, em 2008, por um montante 15 vezes inferior ao seu valor atual e reformou-a por completo. A “villa” tem 800 m2, 10 quartos, oito casas de banho e duas piscinas, entre outros luxos.

    A mansão, conhecida como “L’Antre du Minotaure” (“O Esconderijo do Minotauro”), tem muita história. E está envolta em tragédia: no escritório do artista, a sua segunda mulher, Jacqueline Roque, suicidou-se com um tiro na têmpora, em 1986.

    Também é famosa por ser uma das propriedades mais majestosas do sul de França. Além de ali ter vivido com Jacqueline e com a sua filha Catalina, Picasso tinha um dos estúdios mais prolíficos na casa principal que, juntamente com os jardins, foram projetados pessoalmente por si. Quando morreu, em 1973, calculava-se que as obras de artes existentes na propriedade valiam mais de mil milhões de euros.

    Antes de Picasso, a casa pertenceu à família Guinness e tornou-se famosa (também) por ser o local eleito por Winston Churchill para passar férias.

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